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A Nitricionista

28
Fev14

Quero uma fatia de Ananás

Ana Ni Ribeiro


Ananás- 44 kcal/100g

Digestão bem feita, menos peso na barriga!
Há muito que se conhece as propriedades digestivas do ananás. A grande responsável é a bromelina, uma enzima que ajuda a desdobrar as proteínas, facilitando a digestão. As fibras solúveis são outro dos segredos deste fruto, já que actuam a nível da saciedade. O seu elevado conteúdo de água confere-lhe propriedades diuréticas que controla o apetite ao mesmo tempo que hidrata. As vitaminas B1,B2 e C garantem a protecção do sistema imunitário.
27
Fev14

Vamos comer sopa

Ana Ni Ribeiro

Boas razões para comer sopa

 

 

Uma sopa de legumes baixa em calorias pode ser a sua arma secreta para emagrecer, ou manter o seu peso, todo o ano. Coma sempre a sopa de legumes antes do prato principal e desligue o sinal do apetite. As fibras e a água dão volume sem adicionar calorias, enchem o estômago e fazem com que se sinta cheio durante mais tempo.

É também importante para as pessoas que sofrem de falta de apetite ou têm dificuldade em digerir, para os idosos ou ainda para controlar a ingestão compulsiva de alimentos nas crianças, porque:


- é um alimento pouco calórico e com uma grande variedade de legumes, de sabor sempre diferente;

- a combinação de fibras alimentares com um elevado teor em água tornam-na num bom regulador intestinal;

- nas crianças, constitui muitas vezes a única forma de estas ingerirem vegetais;

- permite aproveitar vitaminas e minerais que se perdem quando se desperdiça a água de cozedura;

- tem fraca probabilidade de provocar alergias;

- proporciona ao organismo um bom aproveitamento dos seus nutrientes;

- é de fácil digestão;

- por ser um alimento com grande volume, sacia rapidamente, ao mesmo tempo que contém poucas calorias, sendo, por isso, um importante alimento na prevenção e combate à obesidade.


26
Fev14

O mito do pastel de nata

Ana Ni Ribeiro

Perguntam-me muitas vezes se é verdade que o bolo de pastelaria com menos calorias é o pastel de nata. Não é verdade!

De acordo com a tabela de composição dos alimentos do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, o pastel de nata tem 298 kcal/ 100g, o que faz deste bolo um dos com menor densidade energética, quando comparado, por exemplo, com o queque (407 kcal/ 100 g) ou o bolo de arroz (404 kcal/ 100 g). No entanto, o bolo industrial com menos calorias é a tarte de maça, que fornece 196 kcal/ 100 g. É preciso compreender, em todo o caso, que qualquer destas alternativas é uma bomba calórica, se tivermos em consideração que um almoço equilibrado com sopa, prato e fruta pode ficar pelas 400 a 500 kcal.

25
Fev14

Porque não conseguimos controlar-nos?

Ana Ni Ribeiro

Os números da obesidade no mundo são já alarmantes e, por mais campanhas que se faça, parece que nada resulta.
O mesmo pensou David Kessler, médico norte-americano e antigo responsável máximo pela FDA, a agência dos EUA que regula os medicamentos e alimentos) que, depois de anos a lutar contra a balança, tentou perceber o que está por detrás do peso excessivo. O resultado é o livro "The end of overeating: taking control of our insatiable appetite", em que explica partes desse interminável processo.
No livro, destaca os três principais vilões para um peso saudável: sal, açúcar e gordura. E o elevado consumo destes três elementos faz que as pessoas comam mais, porque causam compulsão alimentar, estimulam os neurónios e ajudam a libertar dopamina, um neurotransmissor que faz aumentar a vontade de comer.

Este trio de engorda também é usado como ingrediente de base para uma série de alimentos. Por exemplo, a fast food é rica em açúcar, sal e gordura e muitas vezes é de tal forma processada que quase dispensa a mastigação.

Será que o cérebro não enjoa aqueles alimentos? Segundo o autor, a combinação de sal, açúcar e gordura não produz a resposta do organismo para se adaptar. Se o estímulo for suficiente, o cérebro não se cansa. É o caso de alguns "hiperpalatáveis", como o chocolate.
Alimentos cheios de açúcar, gordura e sal podem modificar algumas estruturas cerebrais. Elas estimulam o sistema de recompensa. Quanto mais comemos, menos conseguimos controlar a vontade.
22
Fev14

Cereais: Os Insubstituíveis

Ana Ni Ribeiro

Injustamente associados ao excesso de peso, os cereais são vitais.
Os cereais não devem ser excluídos de nenhum regime alimentar saudável. Afinal, não é por acaso que ocupam o lugar de destaque na roda dos alimentos.
Embora tenham uma importância indiscutível, nem todos os cereais têm o mesmo valor. É o caso dos refinados, como o arroz branco. Está provado que no processo de refinagem os cereais perdem 66% do conteúdo em fibra, bem como 92% de selénio e cerca de 99,8% de fitonutrientes. Pelo menos metade das porções de cereais que ingere diariamente deve ser integral.


Trigo- É benéfico em casos de anemia e doenças cardiovasculares.
Arroz- favorece a digestão e previne doenças cardiovasculares.
Milho- Contribui para a redução dos níveis de colesterol e equilíbrio da tiróide.
Cevada e centeio- Regulam o apetite e os níveis de glicose no sangue.
Aveia- Modera o apetite, beneficiando o controle de peso, de cardiopatias, diabetes e hipertensão arterial.
21
Fev14

Chocolate: mitos e benefícios.

Ana Ni Ribeiro
O chocolate é um alimento a que poucos resistem, e que, consumido com moderação, pode fazer parte de uma alimentação saudável. A quantidade diária adequada varia em função das características de cada um e da presença ou não de excesso de peso.

O chocolate faz aumentar o colesterol? Mito!
Estudos científicos demonstram que a gordura presente no chocolate não aumenta os níveis sanguíneos de colesterol. Pelo contrário, os antioxidantes presentes em teores significativos no chocolate preto, podem ajudar a diminuir o risco de doenças cardiovasculares.
 
O chocolate ajuda ao bom humor? Verdade!
O chocolate contém feniletilamina, uma substância que o nosso cérebro utiliza para produzir serotonina. Trata-se da substância responsável pela sensação de bem-estar que obtemos, por exemplo, após fazer exercício físico ou quando se está apaixonado. É a chamada “hormona da felicidade”.
 
O chocolate causa acne? Mito!
É muito frequente atribuir-se ao chocolate o aparecimento ou agravamento da acne, mas nenhum estudo científico o comprova. A acne é uma situação cutânea que resulta essencialmente de um aumento da atividade hormonal com aumento da secreção sebácea. O consumo de chocolate não tem qualquer interferência com este processo e, portanto, não pode ser associado à acne.
 
O chocolate ajuda a melhorar a concentração? Verdade!
O chocolate fornece energia numa forma muito acessível ao cérebro e contém também teobromina, uma substância da família da cafeína que estimula a concentração. Por esta razão, quando precisamos de recuperar energia para continuar um trabalho intelectual, um ou dois quadrados de chocolate pode dar uma ajuda muito interessante.
 
O chocolate é nutricionalmente pobre? Mito!
O chocolate é um alimento de composição muito complexa que contém mais de 300 substâncias químicas diferentes e vários nutrientes necessários ao organismo, dependendo da variedade. O chocolate contém proteínas, gorduras, hidratos de carbono, algumas vitaminas e minerais e ainda antioxidantes que no chocolate preto estão presentes em quantidade apreciável.
 
O chocolate engorda? Depende…
Graças à presença de quantidades relevantes de nutrientes energéticos como as gorduras e os hidratos de carbono o chocolate tem um valor calórico quer pode chegar às 500 kcal/100g. No entanto, estudos científicos recentes vieram revelar que as pessoas que consomem regularmente chocolate têm peso adequado e até ligeiramente mais baixo do que quem não consome. Consumido com moderação fornece um valor calórico pouco significativo no dia alimentar total e pode ser uma forma de ajudar a cumprir uma alimentação mais equilibrada e saudável, desde que integrado num estilo de vida ativo.
Fonte: Dra Ana Leonor Perdigão
20
Fev14

Bebés com grande apetite podem correr risco de obesidade

Ana Ni Ribeiro

O bebé não é esquisito com a comida, come muito bem, e é sempre um entusiasmo quando chega a hora da refeição. Esta costuma ser uma das melhores notícias para os pais mas um estudo revela agora que bebés com um maior apetite crescem mais depressa mas ficam expostos a um maior risco de obesidade. Uma outra investigação relacionada com o apetite revela ainda que o desejo de querer comer mais, e assim arriscar um aumento de peso, pode ser genético.

 

Saiba mais aqui.
20
Fev14

Emagrecer sem correr riscos

Ana Ni Ribeiro

 

 

A busca do peso perfeito através de milagres pode ter consequências muito sérias.

 

Estão relatados muitos casos de doença hepática consequentes da toma de medicamentos, chás e produtos ditos naturais para emagrecer. Considera-se hepatite tóxica a lesão hepática causada por inalação, ingestão ou administração parentérica de agentes farmacológicos ou químicos. E neste caso também a proliferação de “produtos naturais”, pode ter consequências deletérias. Os produtos ditos naturais têm também que ser depurados pelo fígado.

Há pessoas mais predispostas a desenvolverem problemas. De uma forma geral as mulheres são mais propen­sas à hepatotoxicidade. A insuficiência renal, por dificultar a excreção de fármacos ou metabolitos, é uma predisponente óbvia. A obesidade modifica a distribuição e a metaboli­zação de fármacos muito lipossolúveis,e predispõe à existência prévia de esteatose/esteatohepatite.

A proliferação das chamadas medicinas alternativas, e a crença generalizada que os produtos “naturais” são inócuos impedem que muitas vezes estas substân­cias sejam consideradas como etiologia de reacções hepatotóxicas. Estão descritos vários casos de hepa­totoxicidade causados por ingestão de substâncias derivadas de plantas. Uma referência especial para o sene, usado na prática clínica como laxante, e que pode causar dano hepático.

Existe uma dificuldade marcada para efectuar o diagnóstico, pois para além de apenas 40% dos utentes reconhecerem perante o seu médico que usam este tipo de produtos, a falta de regulamentação impede que, em termos práticos, seja muitas vezes impossível identificar a composição dos “chás” que o doente tomou.

19
Fev14

Hambúrgueres de quinoa

Ana Ni Ribeiro

Os hambúrgueres de quinoa são uma refeição simples, mas o que os torna tão especiais é que existem literalmente cem milhões de maneiras de os fazer.

 

Experimentem esta receita com quinoa e grão de bico, ricos em proteínas de origem vegetal, com os poderes antioxidantes dos brócolos, e o sabor do queijo.

  

Ingredientes (2 hambúrgueres)

3 chávenas de brócolos
4 colheres de grão de bico, lavado e escorrido
1 chávena de quinoa cozida
1 colher de sopa de mostarda em grão inteiro ( ou de dijon)
6 colheres de sopa de farinha de quinoa 

1 chávena queijo magro ralado
2 colheres de chá de alho em pó
Sal e pimenta a gosto

Cozer os brocolos a vapor até ficar macio. Escorra e deixe arrefecer.
Quando arrefecer pique os brócolos em pedaços pequeninos. Adicione na trituradora o grão de bico, quinoa e mostarda e triture até obter uma massa.
Coloque numa tigela e adicione os ingredientes restantes (começando com 4 colheres de sopa de farinha de quinoa ) e amasse com as mãos, adicionando mais farinha de quinoa, se necessário.
Coloque a massa pelo menos 1 hora no frigorífico

 

Pode grelhar os hambúrgueres ou assar no forno (20-30 minutos até ficarem crocantes).
Bom apetite.

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Sobre mim


Sou a Ni, sou nutricionista e este é o meu blog. Aqui partilho a minha paixão pelo fabuloso mundo da nutrição. Dizem que este é o melhor blog sobre nutrição do mundo e arredores!

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